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domingo, 21 de agosto de 2016

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Mãe Crioula






Dia 05 de Abril de 2016, inauguramos a Fonte Mãe Crioula
Uma homenagem da Família Oliveira Dutra à sua mãe Amélia Oliveira Dutra e por sequência a todas mulheres destes pagos sulinos.
Na cena uma mãe moendo o alimento diário enquanto observa seus filhos brincando em uma nascente. Hoje seria raríssimo essa visão, na época era rotineira na maioria dos lares.
Da terra tiravam o sustento, o alimento era plantado, colhido e transformado. Um ciclo milenar que no decorrer dos anos foi se modificando, mas permanece a essência.
A mãe protetora que foi dona Amélia deixou ensinamentos ainda hoje repassados.
Foto acima, os filhos presentes no momento:
 Samuel, Marlene e Olívio Dutra

O carinho, o cuidado pelo local sagrado do lar é percebido por amigos e até por transeuntes.
Quando transformamos nossa casa em Lar, cada árvore conta muita história; por isso nem os galhos secos por eles são cortados, esperam que caiam para daí sim serem transformados em lenha.
Sinto que em parte é a saudade que faz agirem assim, como querer manter vivos aqueles gigantes que serviam de referência diária... E outro tanto é pelo compromisso de tentar ser igual ao que seus pais foram, repassando essa luz aos seus descendentes.
Mantendo acessa a Chama ou neste caso: 
Mantendo limpa as fontes!







Informações sobre a obra:

Nome Escultura: Fonte Mãe Crioula
Homenagem às mães crioulas do Rio Grande do Sul e mundo. Representa uma cena do cotidiano de antigamente. Uma Mãe moendo no pilão o alimento diário e observando seus filhos brincando numa nascente.

Escultura feita manualmente em concreto armado.
Tamanho: 2 metros de altura(figura central).
Autor: Vinícius Ribeiro escultor.
Inaugurada em 05 de Abril de 2016.
Localização: Residência Família Oliveira Dutra 
São Luiz Gonzaga, Missões, Rio Grande do Sul, Brasil.





Obs: É a segunda Fonte que faço para esse local! Para saber sobre a outra fonte, chamada "Protetora das Águas" clique aqui: 


E aqui um vídeo:














domingo, 7 de fevereiro de 2016

Os VERDADEIROS verdugos de Sepé


Hoje, 260 anos da morte de Sepé Tiaraju!



Em comemoração a esta data reproduzo o seguinte texto que pronunciei no  1ºEMICULT- Encontro Missioneiro de Estudos Interdisciplinares em Cultura – da UNIPAMPA (Universidade Federal do PAMPA) Campus São Borja, que fez arrepiar os historiadores sérios.



Foi um"Golpe de Peito" Um "Peitaço!"
Fui no evento a convite da profª Sônia Bressan Vieira, URI-(Universidade Regional Integrada) Campus São Luiz Gonzaga.




Falei sobre o estilo artístico criado para Exaltar e Reivindicar o Esplendor de Outrora das Missões!









Aproveitei e lancei a "Grande Teoria"!
O motivo verdadeiro da assinatura do Tratado de Madrid que devastou todos as as Missões Orientais Jesuítica/Guarany.


Leia se tiver coragem:
E saiba o que dizer, quando alguém te perguntar na rua: 
"Escuta fulano: Quem matou Sepé??"



"REALISMO MISSIONEIRO"
A Arte produzida hoje nas Missões

Estilo artístico audaciosamente criado para Exaltar e Reivindicar o esplendor da região histórica das Missões, atual Noroeste do Rio Grande do Sul, Brasil.
A formação das reduções Jesuítico/Guarany e seus 30 povos espalhados pelo Paraguai, Argentina e Brasil, constituem uma das experiências sociais mais interessantes da humanidade. 
A união entre a disciplina sábia dos Jesuítas com a mística Busca da Terra sem Males dos Guaranis produziu um resultado fantástico até então não imaginado: O Socialismo Cristão.
A região denominada Sete Povos das Missões, pertencentes ao lado oriental do rio Uruguai, onde hoje se localiza a região Noroeste do Rio Grande do Sul, foi o capítulo mais marcante dessa história.
As Missões do lado de cá do rio Uruguai, as Missões Orientais, foram diferentes das demais...
Devido a sua proximidade com o império português, foi instável e conturbada durante sua existência.
Foi sempre frente de batalha! Ponta de lança afiada!
As constantes defesas diante aos Bandeirantes provocaram mudanças nos habitantes orientais, diferenciando dos Missioneiros do lado ocidental do rio que vivia em paz. 
A sensação de conflito exigia eterna vigília, a tensão forçada diferenciou um dos outros pela dor...
Essa diferença ficou mais evidente com a notícia do absurdo Tratado de Madrid, foi decretado o fim da relativa paz conquistada com o triunfo na batalha de M’Bororé.
A decisão missioneira em confrontar a Comissão Demarcatória (responsável pela demarcação da nova fronteira entre Portugal e Espanha) deu início aos anos tensos e sofridos.
Esse sofrimento, imposto aos habitantes das Missões Orientais foi moldando características próprias transformando religiosos em guerreiros.
Saíram os Missioneiros em defesa não de teorias ou congregações, mas sim dos seus lares. Nesses momentos é que surgem os líderes e conseqüentemente os heróis.
O massacre de Caiboaté, três dias após a morte do líder Sepé Tiaraju, foi mais uma traição; na ilusão de última tentativa de diálogo os Missioneiros foram silenciados pela espada afiada dos exércitos mais poderosos da época, de Portugal e de Espanha.
Morreu Sepé e os demais sem saberem o real motivo do vil Tratado de Madrid!
Foram expulsos todos os Jesuítas também sem saberem; mas com o passar do tempo e da distância foram desconfiando...
Quem era os verdadeiros inimigos? Os portugueses ou os espanhóis? Ou quem mais?
O motivo de tanto sofrimento imposto às Missões era obscuro, hoje é cristalino!
Sua explicação faz-se necessária para compreendermos as conseqüências até hoje da aniquilação absurda do Esplendor das Missões, no seu período de ouro, de prosperidade.
A Grande Traição a qual denomino é referente ao motivo Verdadeiro do Tratado de Madrid.
Um motivo secreto guardado a sete chaves.
A Grande Traição não veio dos reis de Portugal e Espanha e sua “troca de terrenos” (entre Colônia do Sacramento e os Sete Povos das Missões Orientais), mas sim de mãos sinistras por detrás dos anéis dos soberanos, mãos ditas “sagradas” dos co-irmãos dos Jesuítas.
“Irmãos” que temiam não apenas uma nova nação próspera, resultante do êxito das Reduções, mas sim uma Nova Religião Cristã, desvinculada de Roma. Organizada e poderosa!

As Reduções pagaram um preço alto pelo resultado positivo. 
A concretização da “Terra Sem Males” despertou invejas e temores. 
O Triunfo da Humanidade foi massacrado e soterrado.
Entre M’Bororé e Caiboaté muita coisa ficou impregnada nesta terra.
As marcas desta história permanecem até hoje. Interferindo diretamente na formação dos atuais habitantes deste solo.
Em cada pedra, em cada canto, vibra esse “sentir inexplicável”. Não é necessário ser muito sensitivo, nem ter nascido nas Missões para senti-la, é uma característica do local, incorporada e defendida pelos que nela moram.
O Missioneiro tal quais os Florentinos, sente ser herdeiro de algo grandioso e pede com energia para ser ouvido, pois tem muito que falar e sabe que é urgente falar.
É função primordial de qualquer artista traduzir esse “sentir” na forma da sua Arte. Fazendo da Arte uma ponte com o passado e uma janela para o futuro.
Por isso a existência do estilo artístico Realismo Missioneiro e seu lema:
 “Exaltar e Reivindicar o Esplendor das Missões”.
Para rasgarmos o véu de sonolência que nos cobre há anos!

Setembro de 2015
Vinícius Ribeiro escultor.




Comunico que foi inaugurada sexta feira passada(dia 05 de fev 2016) a placa denominando o prédio da Prefeitura de São Luiz Gonzaga de "Paço Sepé Tiaraju"
Veja aqui:
http://www.saoluizgonzaga.rs.gov.br/VisualizaNoticia.aspx?ID=12505
E aqui:


Quer saber mais sobre Sepé?
Clica aqui:
http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2007/09/blog-post_14.html



Abaixo um poema sobre esse tema:

“Muito mais que simples Reduções”                                                                        
Do esplendor, nem ruínas!
Das ruínas, nem pó!
Tudo destruído,
Tudo soterrado,
e muito bem esquecido.
Na grande, rica mesa,
onde assinaram o tratado,
mãos sutis, mentes ardis,
(quase, quase despercebidas)
coordenavam com maestria
as mãozinhas dos soberanos.


Os motivos verdadeiros
como sempre ocultados.
Realeza trocando terreno??
Ciumeira entre os “sagrados”!?

Medo, terror, assombro!
da terra sem males vivenciada
e sua audaciosa “pretensão celeste”
Que lentamente, concorrendo, atormentava!


“Caminhando e compactando!
Bases profundas de algo grandioso

Aos poucos, vamos soterrando... ”

Vinícius Ribeiro
17 de fevereiro de 2007

sábado, 30 de janeiro de 2016

Un Saludo a los Payadores


A difícil arte da Pajada comemora hoje seu dia. 
Em homenagem ao nascimento do seu mestre: Jayme Caetano Braun.

Saber falar de improviso, rimando e acima de tudo opinando...
Isso é para poucos!

Sinto que vão escasseando os pajadores. 
Eles sempre foram em número pequeno. Porém hoje menos.

Os grandes mestres começam falando da vida do campo, das coisas do dia a dia que não conseguimos notar e com eles notamos.
Depois levantam bandeiras, sendo a voz dos excluídos que estavam ao nosso lado sem percebermos.
Mais tarde, quando a idade ilumina mais o entendimento, procuram na filosofia gaudéria, descobrir o sentido da vida e do mundo. 
Passam a ser tochas acessas para todos nós que viemos atrás tropeçando na escuridão.

Precisamos desta Arte!

Hoje mais do que nunca!


Para saber mais sobre a vida do homenageado de hoje:
http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2007/09/blog-post_7622.html

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Abrindo o Paço

Sepé Tiaraju no "paço" certo.

Em 2009 , nós do Atelier de Artes Los Libres, havíamos protocolado na Prefeitura de São Luiz Gonzaga, pedido de denominação do prédio da Prefeitura para 
Palácio Sepé Tiaraju.


O objetivo era de que todos os documentos oficiais contassem com a denominação no endereço.
Uma atitude simples, sem custos algum para o município porém com apelo turístico e cultural. 
Uma maneira também da cidade demarcar território antes que outros façam. 

Sepé Tiaraju é desejado por muitos... 

Duvida?? Veja aqui:
http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2013/02/o-mito-acima-da-historia.html

A Prefeitura na época não deu nenhum parecer...

Passado seis anos depois do primeiro envio, comentamos recentemente esse fato com a assessoria da prefeitura e a ideia foi abraçada imediatamente pelo atual prefeito sr. Junaro Rambo Figueiredo(diretor do Departamento de Turismo da Fundação das Missões)que solicitou que reenviássemos o pedido. 
Desta feita o pedido foi com o aval do Conselho de Turismo
Concordamos com a sugestão do prefeito de substituir a palavra Palácio, por Paço. No fundo quer dizer a mesma coisa, porém ameniza qualquer maledicência dos gaiatos de plantão que nada entendem, nada fazem e tudo criticam.

Para nossa surpresa a lei foi aprovado na sessão na Câmara de Vereadores no dia sete de Dezembro de 2015 por unanimidade(veja abaixo).
Digo surpresa pois sabemos de resistência com relação a figura de Sepé Tiaraju, por pessoas influentes da cidade.
A lei foi até parar(a pedido) na Comissão de Bem Estar Social durante algumas semanas...
Que bom que não houve mal estar e tudo foi compreendido.

Nada mais correto da parte dos vereadores do que homenagear este líder nativo, filho de São Luiz Gonzaga.












Na foto recebendo do Prefeito, cópia da lei.




Temos mais ações para realizar com relação a esse símbolo do Rio Grande do Sul/Brasil. Aos poucos faremos.





Grupo de amigos Defensores da figura do Sepé São-Luizense e Missioneiro:
Da esq, para direita: José Renato Moura, Arno Schleder, Vinícius Ribeiro, Sávio Moura e Newton Alvim.





Um Mundo sem a Cultura, está a caminho da barbárie e do extremismo.
Ela nos aproxima das alturas e nos diferencia das bestas.


Para saber mais sobre Sepé Tiaraju, clique aqui:
http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2007/09/blog-post_14.html




segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A maior "Arte" de Noel Guarany








Inauguramos sábado último, dia 07 de Novembro de 2015, o Monumento em homenagem ao músico Noel Guarany.
Noel é considerado uma das maiores fontes da música  produzida no Rio Grande do Sul.


Foi um dos Quatro Troncos Missioneiros, junto com Jayme Caetano Braun, Cenair Maicá e Pedro Ortaça, criador do estilo musical que conta a história, a vida e a alma da região histórica das Missões; a primeira região habitada desta parte do continente(desde 1626).
Aqui houve algo fantástico e estes homens traduziram sentimentos, ensinando a todos nós a conhecer e por consequência amar nossa história.
Noel Guarany foi genial e genioso, característica comum daqueles que enxergam a vida do alto das copas das árvores, genial porque estava anos na frente dos demais e genioso por causa deste caminho ser no fundo, solitário.




O Monumento e a bela Praça em sua homenagem foi todo construído com doações voluntárias dos inúmeros admiradores de sua obra.
A campanha foi feita pela Confraria do Icamaquã, entidade cultural da cidade de Bossoroca e o segredo maior do sucesso alcançado foi devido a credibilidade dos seus componentes.
Provando mais uma vez, tal qual fizemos aqui em São Luiz Gonzaga, na construção do Monumento em Homenagem ao poeta Jayme Caetano Braun, de que a Arte tem o Poder de Unir os Povos.



Não há nela dinheiro público investido. 
Houve sim a doação do terreno e o apoio logístico importante da prefeitura.














No meu pronunciamento ocorrido em reunião que houve na Câmara de Vereadores de Bossoroca(no início do ano), para tratarmos dos primeiros passos da homenagem, disse a seguinte frase:
"O Monumento do Noel Guarany poderia ser realizado em qualquer cidade do Rio Grande, mas apenas em dois locais ele seria perfeito: Em São Luiz Gonzaga ou Bossoroca! Antes da Bossoroca escolher Noel, Noel escolheu a Bossoroca primeiro!"

Ele sempre teve carinho pela cidade de Bossoroca.
Tive dúvidas com relação ao local de seu nascimento, não que isso queira dizer muito pois Aparício Silva Rillo nasceu em Porto Alegre e deixou seu coração em São Borja...
Cenair Maicá nasceu no interior de Tucunduva e encontrou seu caminho ao conviver com os índios na cidade de São Miguel das Missões.


Dias desses, pessoa muito próxima de Noel, contou-me desta sua opção pela cidade de Bossoroca. 
Noel tinha mágoas de algumas pessoas (ditas importantes) de São Luiz Gonzaga, que ridicularizaram seu trabalho devido a demora do lançamento de seu primeiro disco, duvidando da existência do mesmo. 
Ser músico naquela época pioneira não era coisa fácil. 
Músico era sinônimo de boemia e vadiagem.
Imagino o que ele sentiu. 
A cidade de Bossoroca recebeu ele de braços abertos. Acreditando e apoiando ele sempre!

Por isso sua escolha em ser o cantor da Bossoroca e de ser enterrado lá.
Esta sua prova de carinho com Bossoroca foi a sua maior "arte", pois omitiu até na sua auto-biografia o local de seu nascimento...
Parabéns Bossoroca!
Família a gente têm, amigos a gente escolhe.
Noel escolheu vocês!


Repasso abaixo aos interessados a certidão e local exato de seu nascimento.
Sem nenhuma intenção de polemizar ou criar mal estar.
Acredito que todos nós já somos maduros o suficiente para recebermos informações e não retê-las, escondendo dos demais:













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A certidão foi gentil doação da Oficiala Registradora Sra. Ana Lúcia Da Cas, esposa do amigo Fabio Sauer Kreuz.



















quarta-feira, 8 de julho de 2015

As duas Santas na terra da poesia

                                                                                  

Hoje, 08 de Julho 2015, aniversário morte Jayme(08/09/1999).

 Cruzei a ponte, passei pelo bolicho do Bonifácio em direção ao lajeado, me dirigia à Timbaúva.
Mais uma vez volto aquela terra, mais precisamente à fazenda Santa Terezinha das Rosas da família Ramos.
Era aniversário da poetisa e prima Danci Ramos...
Aquele local é um dos "nascedouros" da poesia gauchesca! Onde a vertente antiga e cristalina continua jorrando. 
Nela bebeu Jayme Caetano Braun durante muitos anos, principalmente quando desiste dos estudos do colégio Júlio de Castilhos(Julinho) abandonando Porto Alegre e decide morar de vez na fazenda; na época do seu tio Danton Ramos.
O centenário hábito de recitar poesia da Família Ramos continua vivo!
Todos os anos, em várias ocasiões, peões e patrões, doutores e assalariados sentam-se lado a lado sem distinções de posses, títulos ou mestrado.
São movidos pela amizade e pela força do hábito de ouvir e recitar poesias.
Em anexo há fotos de algumas vezes que lá fui; há vídeos também, escute e sinta!
As duas Santas na terra da poesia que refiro, são os nomes de duas das mais importantes fazendas históricas da região: Santa Catarina e Santa Terezinha
E as duas fizeram parte do surgimento da poesia, na vida de muita gente!
A centenária fazenda Santa Terezinha das Rosas continua dando seguimento ao que outrora outra fazenda(inclusive mais antiga) Santa Catarina, fazia!
Foi na velha fazenda Santa Catarina onde tudo começou!
Lá na propriedade de Aníbal Caetano e Florinda Ramos que a Família Ramos se reunia para as tertúlias poéticas. Naquele local nasceu Jayme e ouvia seu tio-avô Laurindo Ramos (poeta e coronel revolucionário) declamar e tantos outros. Cresceu no meio das rodas poéticas, sendo cria deste exemplar hábito familiar.
Quer saber por quê Jayme nasceu na Timbaúva? Clica aqui e fique sabendo:
http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2008/05/breve-histrico-de-jayme-caetano-braun.html

Quer saber mais sobre esse local e a origem da veia poética do pajador Jayme Caetano Braun? Então clica aqui:
 http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2009/07/10-anos-de-distancia.html  

Nesta visita presenciamos novamente um festival de emoções! 
A comida excelente, a carne imbatível! 
Quem nunca provou uma ovelha dos campos finos da Timbaúva não conhece o Rio Grande!

Mas o principal foi a tertúlia de poesia e musica! Arrepiante! 

No meio do evento recebo uma notícia espetacular: o atual proprietário da fazenda Santa Catarina, o amigo Oscar Lourenço Vieira Pires, contou que recolocou as telhas da casa antiga. 
Ouve muito desgosto pelos tradicionalistas pelo ocorrido, pois assim desfiguraria a casa onde nasceu Jayme.
Ele explicou que o motivo pelo qual havia retirado as velhas telhas e colocado brasilit foi devido a inúmeras infiltrações, fez isso a pedido do caseiro, porém temporariamente até conseguir pela região outras telhas semelhantes para substituir. 
Por esse motivo guardou empilhadas as telhas ao lado da casa e fixou as folhas do brasilit de modo não definitivo, inclusive sobre uma lona preta, para solucionar o caso naquele momento.
Contou que conseguiu repor todas as telhas, dando aspecto igual ao original e melhor, pois agora sem goteiras e infiltrações.
Sempre achei estranho o que havia ocorrido pois sei do cuidado que ele tem em preservar a história daquele local; Oscar foi um dos primeiros patrocinadores do Monumento ao Pajador de seis metros que fiz para homenagear ao poeta Jayme Caetano Braun, na época havia exposto algumas modificações que queria fazer no local para melhorá-lo sem descaracterizá-lo.
Ouvir da voz dele essa história foi esclarecedor e tranquilizante; uma garantia de que a centenária fazenda continuará preservada.

Não pude ir no local tirar fotos para postar, estava chovendo na fazenda Santa Terezinha e elas ficam distantes uma da outra 3 km. Quando notamos estava na hora de vir embora e tarde demais par ir no local. Pedirei para ele mesmo mandar uma foto atual.


Abaixo vídeos e foto do pajador Orci Machado emocionando os presentes.

video



Danci Ramos declamando.



videoJosé Dirceu Dutra, o poeta Miguelino, declamando.



 
















Quer saber mais sobre esses temas? Clica aqui vivente:http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2007/09/blog-post_7622.html


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Despedida aos Gaúchos e Gaúchas de todas as Querências


 Surpresa na notícia da morte, na noite de ontem 24 de Junho 2015, do tradicionalista Antonio Augusto Fagundes, mais conhecido por nós gaúchos como Nico Fagundes.
Filho de Alegrete, expoente da cultura tradicionalista no meio televisivo. O programa Galpão Crioulo esteve em todos os lares do Rio Grande e continua a décadas no ar.
Em respeito a admiração que ele tinha por meu trabalho, reproduzo as palavras dele aqui abaixo:











Aqui ao lado, Nico juntamente com sr. Elói Guimarães e eu na inauguração da primeira estátua que fiz em homenagem a Jayme Caetano Braun localizada em Porto Alegre na data de 02 de dezembro de 2006. 



Clique aqui para saber mais sobre a inauguração desta escultura:
http://viniciusribeiroescultor.blogspot.com.br/2007/09/blog-post_7549.html






Para saber mais sobre qual importância de Nico Fagundes na cultura gauchesca, favor clicar aqui:
http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2015/06/veja-o-legado-de-nico-fagundes-na-academia-na-musica-no-cinema-e-na-tv-4788680.html