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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Na terra com os faraós!


















                                  
Faraós sem braços!

A terra sem males, a utopia realizável, foi soterrada e sapatearam por cima.
Mesmo assim, da energia que emana nesses campos Missioneiros, todos somos inundados.
A energia é algo fantástico, se temos como captá-la adequadamente usufruímos seus aspectos maravilhosos, do contrário somos vítimas de seu polo negativo.
Em muitos, essa energia se transforma em ações e em outros tantos em ranço e alucinações.
Essa Gana Missioneira como bem dizia o cantor Cenair Maicá, é muito bem captada pelos que tem alma e mal transformada pelos que nem sentimentos têm.
A estes designamos de: Faraós sem braços, aqueles que ficam sentados anunciando suas ideias faraônicas sem ter braços para realizá-las.
Somos poucos os escravos e muitos os faraós.
Compreendo, na minha limitada compreensão, de que o fato dessas “ideias” surgirem grandes é para justificar a omissão e a falta de vontade de fazer o simples.

O simples é plenamente realizável, mas é aí que mora o perigo para aquele que nada quer fazer além de dar “ideias”.

“Temos que pensar grande!”
Dizem-me uns!

“Eu tenho ideias e ninguém dá bola! Mas não querem nada com nada?!”
Dizem-me outros.

E eu respondo a essas mentes prestativas:
" Vamos a passos lentos tigrada, mas firmes e em frente!"

Enquanto não conseguirmos colocar a mega iluminação sonhada para o Monumento ao Payador Jayme Caetano Braun, por que não fixar um holofote ou um lampião a querosene, contanto que ilumine o local que até agora está "iluminado" apenas pelas estrelas?

Enquanto não construirmos a tão sonhada calçada de R$100.000,00 em torno da obra, por que não começarmos com meia dúzia de sacos de cimento?

Lamentavelmente, ainda não tenho pro cimento, mas quanto ao holofote vou dar um jeito...

Um comentário:

Tiarajú disse...

É, "se não pode fazer tudo, faça tudo que puder", já dizia aquela propaganda da TV...