Sábado último
estive visitando "Tikrit", prá lá um pouquinho de Bagdá, e o que vi
lá não gostei...
Dias desses uns amigos meus também estiveram lá!
A minha partida ocorreu após linda festa de aniversário da menina/moça Danci Ramos...
Pouca coisa mudou em Tikrit, desde minha última visita, que foi em 1988.
Há
coisas misteriosas em Tikrit: a visão fica alterada, a audição falha, o
caminhar fica todo estranho, como se estivéssemos em tempestade em alto mar.
E
o pior de tudo: o bom senso se some em Tikrit.
Caso queira visitar essa distante "cidade", o que não aconselho, é
fácil, faça como eu: Dose dupla de gin com tônica e depois algumas muitas garrafas de
cabernet na cabeça.
Deixo aqui meu adeus aos Concha y Toro, aos Miolos, não fui talhado para
eles...
Desde última visita a essa "cidade", fiquei mais de 10 anos
distantes de qualquer gota dos cabernets da vida...
Retornei, de mansinho,
achando que tudo faz bem...
Vi que no meu caso, não pode haver meio termo.
Junto-me ao meu amigo e irmão Arno Schleder, luminar abstêmio!
Ele é um sábio sabedor de que, lentamente, a substancia que há no álcool, vai
se apossando das células, uma a uma, até o dia que não há mais volta...
Vamos ver quantos anos agora ficarei longe de ti "Tikrit"!!!
Salvo a cidade real, que por sinal é bela, nunca mais!